Descobri que penso em espirais. Respiro assim. E falo.
Assim movem-se as águas da cachoeira depois daquela pedra redonda.
Espiralando voam as nuvens. Nuvens de Van Gogh. E de Gaudi.
E em espirais move-se o tempo, senhor tão bonito, tão cruel e tão gentil: tempo que vai voando e retorna lento.
Vai e vem, formando curvas infinitas em meus cabelos...
Monday, January 31, 2011
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